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quinta-feira, 21 de julho de 2011

Grupo EBX e LLX lançam a Rede de Diálogo em São João da Barra

Apresentar o Complexo Industrial do Açu, com o Superporto e todos os empreendimentos previstos para a região, além dos programas desenvolvidos pela LLX aos moradores de São João da Barra. Este é um dos objetivos do programa Rede de Diálogo, iniciado em julho pela empresa.


A Rede de Diálogo conta com mais de 30 agentes que visitam os moradores do município e, de casa em casa, apresentam o projeto do Complexo Industrial do Açu, enfatizando as obras do Superporto do Açu e o planejamento para a instalação de outros empreendimentos no Distrito Industrial. Durante as visitas, também são informadas as ações sociais e ambientais realizadas pela LLX na região, como o Programa de Qualificação Profissional, o Entreposto Pesqueiro, o projeto TAMAR e o programa de alfabetização e conclusão do ensino fundamental para pescadores, entre outros.


Todos os agentes de diálogo são moradores de São João da Barra e receberam treinamento para participar do programa. Eles contam com assessoria técnica da equipe local da LLX.


O Superporto do Açu possui área de 130 km² profundidade inicial de 21 metros (com expansão para 26 metros) e capacidade para receber navios de grande porte. A previsão é que o Superporto do Açu movimente 350 milhões de toneladas por ano, o que o posiciona entre os três maiores complexos portuários do mundo. O início da operação está previsto para o final de 2012.

Release enviado ao blog por Simone Fraga ( ASCOM do Grupo EBX )


terça-feira, 11 de janeiro de 2011

Brasil arrecada quase 10 bilhões de reais em royalties

A arrecadação em royalties do petróleo no Brasil atingiu R$ 9,929 bilhões em 2010, valor 24,7% superior ao do ano anterior. A alta só não foi maior porque a recuperação dos preços do barril em 2010 veio acompanhada de uma retração na produção. Para este ano, a expectativa é que a arrecadação cresça novamente.




Após as quedas que levaram o barril ao nível de US$ 30 durante a crise internacional, os preços tiveram uma recuperação significativa em 2010, quando ficaram em uma média de US$ 80. Já a queda na produção verificada no ano passado ocorreu por causa da ida de algumas plataformas para a revisão.


"A produção de petróleo nos campos em frente à Bacia de Campos caiu 3,3% nos 12 meses encerrados em novembro", diz o economista Ranulfo Vidigal, do Centro de Informações e Dados de Campos (Cidac), sobre a região que produz cerca de 80% do petróleo brasileiro. "O aumento na arrecadação dos royalties ocorreu muito mais pela cotação média do barril, pois a produção e o câmbio puxaram para baixo", acrescentou.


O valor do ano passado, por outro lado, ficou abaixo da arrecadação de 2008, quando uma escalada nos preços do petróleo levou o barril a US$ 150. Naquele ano, foram gerados R$ 10,9 bilhões em royalties. Valor equivalente foi arrecadado em participação especial, taxa cobrada sobre campos de alta produtividade - cujo valor fechado de 2010 ainda não foi divulgado.


Embora o recorde na arrecadação dos royalties não deva se repetir tão cedo, a volta das plataformas que estavam em revisão, esperada já para o primeiro trimestre, pode permitir que 2011 bata a arrecadação do ano passado. Contribui para isso a expectativa de um barril oscilando entre US$ 90 e US$ 95. "É a China que está puxando a cotação das commodities internacionais, e tudo leva a crer que o país continuará com um crescimento acima de 8% ao ano", avalia Vidigal. Especialistas, porém, não arriscam estimar um porcentual.


A perspectiva de um aumento na arrecadação de royalties no País, no entanto, não é suficiente para animar as principais regiões produtoras. Com as discussões que envolvem a distribuição dos recursos provocando disputas no Congresso, municípios muito dependentes do petróleo podem ver sua fatia encolher. A saída, especialmente para a região do norte fluminense, onde está a Bacia de Campos, é a diversificação da sua base produtiva, aponta o economista.


Vidigal afirma que poucos municípios têm utilizado adequadamente os recursos. Entre os poucos municípios que usaram os royalties para desenvolver outros segmentos econômicos, ele cita Campos e Macaé, que criaram fundos para financiar a industrialização.


Na avaliação do economista, o norte fluminense já está começando a encontrar alternativas ao petróleo, com a instalação do complexo portuário do Açu em São João da Barra, pelo grupo EBX, do empresário Eike Batista. "A sorte dessa região é que o empreendimento do Eike não vai ser só um porto. Vai ter uma megaestrutura industrial no entorno. A partir daí, a diversificação virá. O norte fluminense será, talvez, o segundo polo industrial do Estado, perdendo apenas para o de Itaboraí", prevê.


Reprodução Tn Petróleo

Comentário

Com todo respeito ao Sr. Ranulfo Vidigal , Campos não é exemplo de utlização adequada dos recursos do royalties. Um município que figura entre os piores índices de Eduacação básica em todo o Estado do Rio de Janeiro e onde seu hospital de emergência , Ferreira Machado , trata de seus pacientes nos corredores não pode e não deve ser exemplo de administração para nenhum lugar do mundo.


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